Blog criado com o intuito de reunir crônicas sobre jogadores, partidas e outras histórias que marcaram época no Esporte Clube Vitória.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Gaguinho... o Mário Américo rubro-negro

Gaguinho em 1980.

 Figura ímpar na história do Esporte Clube Vitória, e conhecido por onze em cada dez rubro-negros fiéis de longa data, o massagista Gaguinho é um nome na história do Leão. Presente em diversos títulos estaduais conquistados pelo decano, este operário leonino até hoje um dos semblantes mais lembrados que atuou como 12° jogador nos campos ao lado dos escretes do Vitória.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Fábio Costa... o goleiro que foi ás vias de fato

Fábio Costa na briga contra o argentino Galván do Atlético-MG.

 Dentre os goleiros que marcaram época no Vitória, Fábio Costa integra facilmente o quadro. Até os dias atuais disputa entre a torcida noventista o título de melhor goleiro rubro-negro da década com Dida, goleiro do qual admitiu ser fã. Assim como Dida, Fábio é uma prata da casa do Vitória e ganhou o respeito dos torcedores principalmente na campanha do Brasileirão de 1999, quando em seu centenário o decano ficou em 3° colocado na tabela geral do campeonato.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Uma Anedota Infame... quando os rubro-negros vandalizaram a Fonte

Manchete da Folha de S. Paulo sobre o ocorrido.

 Se recentemente torcedores do rival vandalizaram nas arquibancadas do Barradão, em 1985 não foi muito diferente com os rubro-negros na Fonte Nova. Mesmo não se tratando de BaVi, os torcedores do Vitória, movidos pelas mais efusivas reações de uma derrota degeneraram o estádio em forma de revolta após uma simples derrota em 2 a 0 para o Itabuna. Isso porquê a questionável arbitragem da FBF provocou uma adversão na torcida.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

1973... o BaVi das flores que acabou em briga

Mário Sérgio posa pra foto carregando a corbelle dada por Roberto Rebouças do Bahia.

 Se por agora em 2018 aquele que seria o Clássico da Paz do BaVi terminou com confusão generalizada, a história mostra que as pelejas entre rubro-negros e tricolores em jogos que seriam de paz já se fez presente uma vez. Aconteceu em 1973, quando em 13 de maio, o Vitória completava 74 anos no desporto. Naquele mesmo dia, estava marcada uma partida entre os dois clubes válida pelo Campeonato Baiano.

sábado, 18 de novembro de 2017

Reginaldo... o ponta sessentista



 Marcado por ter um das melhores divisões de base do país, o Vitória sempre se mostrou como um clube capaz de revelar atletas. Não era tão diferente em outros tempos. Nos anos 60, o clube revelou diversos jogadores em posições diferenciadas. Entre os mais diversos nomes que figuraram com a camisa do Leão nessa década estava o de Reginaldo, ponta habilidoso, que em suas três passagens pelo clube, marcou-se de forma característica ao fazer gols nos certames mais decisivos.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Anos 40... o Vitória vai a Aracaju



 Eternizada nos versos do baiano Caetano Veloso em 1979 no álbum Cinema Transcendental, a cidade de Aracaju, um dos principais paraísos nordestinos foi centro de excursões do Esporte Clube Vitória na década de 40. O futebol sergipano, outrora subjugado a Bahia, começara a tomar sua própria forma. Fato é que foi alvo de jornadas de outros clubes do desporto baiano. Em 1917, o República foi a capital sergipana e voltou derrotado. Depois dele, Botafogo-BA, Bahia e Galícia fizeram suas visitas ao estado vizinho. O Vitória por sua vez tardou em visitar a terra do cajueiro, mas na década de 40 rumou para Sergipe em duas ocasiões. A primeira, em 1940. E a segunda em 1942.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Mário Sérgio e o calção

O feito extravagante do Vesgo foi tema na imprensa esportiva.

 A figura de Mário Sérgio enquanto jogador do Esporte Clube Vitória nunca deixou a desejar para o torcedor rubro-negro. O Vesgo com seu futebol que desconcertava rivais, agradava a gregos e troianos nas arquibancadas da Fonte Nova, e tamanha era a sua aclamação diante da torcida rubro-negra, que no Campeonato Baiano de 1972 ele ficou somente de sunga no gramado na comemoração do título do segundo turno do estadual.