Blog criado com o intuito de reunir crônicas sobre jogadores, partidas e outras histórias que marcaram época no Esporte Clube Vitória.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A passagem de Beijoca pelo Vitória

Beijoca tomando água de coco pelo Vitória em 1983. (Acervo de Galdino Silva)

 Após figurar como ídolo do rival na década de 70, o atacante Beijoca veio a despontar com a camisa do Esporte Clube Vitória nos anos 80. O clube de volta as raízes, usava o de seus primordiais escudos, e foi com essa camisa que o ex-atleta do time tricolor veio a eclodir pelo Leão da Barra. Clube que defendeu por longos anos da década, sem perder o seu estilo desvairado de outrora.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

1963... o jogo do quebra-tabu

Nildon (n°5) indo pra cima de Matos. Mais atrás, na parte não-sombreada está Frank Chegas observando o lance. (Créditos: Blog do Chiquitinha Maravilha)
 Hoje, 1° de janeiro de 2016, o Galícia Esporte Clube completa 82 anos. A equipe criada por espanhóis da região homônima ao time conquistara respaldo no futebol baiano logo na sua primeira década atuando no futebol. Porém, em 1963 o Granadeiro completava cerca de nove anos sem vencer o Vitória. Mas no dia 04 de fevereiro, dois dias após a tradicional festa de Iemanjá, entrou em campo e venceu por 1 a 0 o Leão, provando sua alcunha de "Demolidor de Campeões".

domingo, 20 de dezembro de 2015

Mantos da História: a camisa do eletrocardiograma de 1992 e 1993


 O último "Desafio das Camisas" do ano, postado na página da Torcida Vitória Candango abordou as camisas secundárias do eletrocardiograma, utilizada pelo Vitória nos anos de 1992 e 1993. O manto foi lançado no ano de 1992, quando o Vitória subiu de divisão no primeiro semestre e depois conquistou o Campeonato Baiano no segundo. Mas ficou notabilizado pelo ano seguinte, onde chegaria até a final do Campeonato Brasileiro. 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

1945... o ano em que a dupla Ba-Vi se uniu

Isaltino (do Bahia, Mário Vianna (árbitro) e Joel (do Vitória) num BaVi DE 1945 demonstrando união. (Acervo de Galdino Silva)


 No ano de 1945 o Esporte Clube Vitória por pouco não deixou de participar do Campeonato Baiano. O clube que na década de 30 deixou de participar de três edições do torneio (1930, 1931 e 1937), e devido as arbitrariedades da federação que regia o futebol do estado, por pouco não deixou de disputar mais uma vez a competição regional.

sábado, 28 de novembro de 2015

Mantos da História: as camisas do Baianão de 97 usadas por Bebeto



 O último "Desafio das Camisas" postado na página da Torcida Vitória Candango remete a uma camisa que o Vitória utilizou na década de 90. O manto foi lançado durante o Brasileirão de 1996, mais precisamente no dia 26 de outubro, quando o Vitória bateu o São Paulo por 2 a 0 no Barradão, com gols de Rubem e Agnaldo.

domingo, 22 de novembro de 2015

As dez melhores participações do Vitória no Brasileirão


O bom time do Vitória de 93 contou com medalhões e também com revelações. O resultado dessa mesclagem foi a chega do time a final da competição. (Créditos: Acervo de Irlan Simões)

10° - 1981: Neste ano o Vitória passou de fase após obter a 7° colocação em seu grupo da primeira fase. Na fase seguinte viria a encarar um grupo com Paysandu, Fluminense e Portuguesa. Dos três adversários quem complicou foi a Lusa dirigida por Mário Travaglini. No jogo no Canindé o time paulistano vencia por 2 a 0, mas Paulinho deixou sua marca pro Leão. O acesso para as oitavas-de-finais viria após um jogo suado na Fonte Nova, onde Tadeu Macrini balançou as redes. No mata-mata o adversário era o Grêmio (que viria a ser campeão), que perdeu em Salvador por 2 a 1 mas reverteu o placar no Olímpico por 2 a 0. Assim, o Vitória foi eliminado e ficou com a 12° posição na classificação final.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Didico... o terrível matador

(Créditos: Acervo de Ubiratan Brito)

 Na década de 60 o Vitória contou com um importante centro-avante em seu plantel para chegar ao bicampeonato baiano. Era ele Didico, atleta que anteriormente havia defendido o Bahia e ainda vestiu também a camisa do Galícia. O mesmo chegou ao clube por meio de uma troca e não deixou de vestir rubro-negro tão cedo, pelo contrário, viria a passar cerca de cinco temporadas defendendo o time vermelho e preto.